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sexta-feira, 13 de maio de 2016




Fisioterapeuta! Exercícios simples estimulam o desenvolvimento de bebês com microcefalia.


Para começar a sessão, a fisioterapeuta coloca os bebês em almofadas adaptadas para os exercícios: trata-se de calças jeans preenchidas com sacolas, retalhos e papel, que são amarradas ou costuradas nas extremidades. Uma ferramenta simples, mas que é um dos principais apoios para a condução da fisioterapia com os bebês e, principalmente, que pode ser recriada em casa pelas mães, como ensina e recomenda e profissional.






A esses primeiros estímulos em recém-nascidos dá-se o nome de estimulação precoce. A técnica é usada com qualquer criança que apresente fatores de risco, como bebês prematuros, e não apenas os microcéfalos. A neuropediatra deixa claro, no entanto, que a reabilitação não significa cura das complicações neurológicas. “Reabilitação estimula o potencial que o cérebro tem. Apesar de os resultados desse trabalho serem vistos, principalmente, a longo prazo, pequenas conquistas são comemoradas tanto pelas mães como pela fisioterapeuta ( matéria retirada do google ).



A CONTRIBUIÇÃO DA FISIOTERAPIA NA QUALIDADE DE VIDA EM PACIENTES PORTADORES DE ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA (ELA)

A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença degenerativa do sistema nervoso, que acarreta paralisia motora progressiva e irreversível de maneira limitante, a ELA é provocada pela degeneração progressiva no primeiro neurônio motor superior no cérebro e no segundo neurônio motor inferior da medula espinhal. Sua incidência na população varia de 0,6- 2,6 por 100.000 habitantes (Chancellor A et al. 1950; Cronin S et al. 2007). A idade é o fator preditor mais importante para sua ocorrência, sendo mais prevalente nos pacientes com idade entre 55 e 75 anos (Phukan J et al., 2009). Objetivo. Revisar as contribuições da fisioterapia na qualidade de vida em pacientes portadores de esclerose lateral amiotrófica.
Quando se trata de reabilitação em treinamento físico, deve-se considerar os riscos que poderão ser implicados no paciente ELA. FACCHINETTI et al. (2009), em sua atualização de literatura disse que um programa de exercícios de fortalecimento pode ser um componente essencial do tratamento; variáveis como estágio da doença, intensidade e carga dos exercícios devem ser consideradas antes da elaboração de um plano de tratamento e frequentemente revisadas; a prática regular de exercícios de carga e intensidade moderadas pode resultar em melhora do déficit motor, da capacidade funcional e da qualidade de vida.

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